Segunda, 10 de DEZEMBRO de 2018

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opinião

Imagem: Itamar Aguiar

A coletiva

Publicada em 23/03/2018 às 03h25| Atualizada em 27/03/2018 às 15h33

Uma loira de salto alto com olhar penetrante adentrou à sala.

Ali seria realizada uma entrevista coletiva. Ela era jornalista. Mas parecia uma modelo internacional. Ao seu lado, outra loira de cabelo chanel portava um note-book. Também muito bonita. Trabalhava com jornalismo digital. Por certo acredita no promissor e revolucionário mundo das informações na Internet.

O convidado para a entrevista era o Governador José Ivo Sartori. A Assessora de Imprensa da Federasul, jornalista Neusa Froes, gentil e educada, mostrava a todos seus espaços na mesa. O Governador ficaria à frente e a Simone Leite, Presidente da Federasul, ao seu lado.

Antigamente, muito antigamente mesmo, as mulheres intelectuais, as que escreviam em jornais, não tinham esta beleza que hoje tem estas repórteres modernas. Parecia que não se importavam muito com seu visual. Focavam no conhecimento, nas pesquisas e nos livros. Pareciam fazer uma frente intelectual e estética que se igualava ao mundo masculino das redações. Mas hoje, a beleza intensa passeia solta nas redações.Na área do jornalismo ela é muito mais visível.

A sala se apinhava de jornalistas aguardando o Governador. Cinegrafistas postavam suas câmeras, fotógrafos clicavam até os colegas. Testando os melhores ângulos e também seus flashes. A esta altura muitas outras mulheres entravam na sala da Coletiva. Muitas muito novas, outras nem tanto. Mas todas com aquele olhar inquiridor que só as profissionais da comunicação tem. Neusa Froes informou que daqui a uns minutinhos o Governador chegaria para  ser entrevistado coletivamente pelos jornalistas.

Enquanto o pessoal das televisões instalavam seus emaranhados instrumentos. Todas as emissoras marcavam presença.Todas colocaram seus microfones à mesa para captar voz e imagem do Governador. Um jornalista de cabelo grisalho aproveitava o tempo da espera para ler. Parecia estar lendo qualquer tema de “esquerda”. Sua figura lembrava um desses jornalistas combativos e esquerdistas. Ou de um anarquista.Com barba por fazer. Lembrei da frase: “Se há Governo, sou contra”. Mas, se assim fosse, qual o interesse de seu veículo em entrevistar o Governador Sartori?

A sala estava lotada e, na presença de mais de trinta jornalistas, foi anunciada a presença do Governador. Todos silenciaram. Dando uma última checagem em seus equipamentos: celulares, câmeras e microfones. O Governador chegou acompanhado por seu “staff” palaciano, mais sua Assessora de Imprensa. Simpático. Olhou a todos candidamente. E sentou-se na cadeira à disposição das perguntas.

Respondeu a todos com desenvoltura e com aquele seu humor peculiar. É serrano. Tem descendência italiana. É alegre por natureza. Uns jornalistas foram duros com ele. Mas ele deu as respostas necessárias. Trajava um terno cinza, de corte atual e parecia estar tranquilo na Sala de Imprensa.

A Coletiva durou uns 35 minutos. A seguir Sartori participou de um almoço para 300 convidados, entre empresários e jornalistas. Era a primeira edição do Projeto “Tá na Mesa” que a Federação das entidades empresariais do Rio Grande do Sul realiza a 25 anos. Abrindo o ano de 2018 o convidado foi  Sartori. Um homem simples, cheio de ideias e que contorna o momento difícil do país, com projetos e sorrisos.

 

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