Quarta-feira, 14 de NOVEMBRO de 2018

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coluna da ana

A mão do mito

Publicada em 01/11/2018 às 16h06| Atualizada em 05/11/2018 às 12h55

Manhã do dia 30 de agosto.  Local: Casa do Gaúcho no Parque da Harmonia. O encontro-almoço foi promovido pelas mulheres gaúchas apoiadoras de Jair Bolsonaro. No comando da realização, a empresária Carmen Flores. As mulheres foram chegando em massa. Efusivas, alegres, conscientes e participativas. O local imediatamente se apinhou de gente.

Pela rede social, um dia antes, amigas virtuais faziam a convocação: “Pessoal, o Mito estará em Porto Alegre!” Curiosa, me pautando oficialmente, quis conhecer o Mito. Cheguei lá e o que vi foi uma mega-manifestação solidária. O jingle de sua campanha tornava o ambiente profundamente festivo. Não se tratava de qualquer político, pensei: “Tanto prestígio só poderia ser de um líder. Daí, o nome “Mito”.

Estava coordenando o evento, além  de Carmen, o Deputado Onyx Lorenzoni, seu fiel escudeiro. Ele me recebeu com muita atenção. Assim como, os colegas da Imprensa que estavam lá. Os Jornalistas começavam a se agrupar em frente ao palco onde Bolsonaro discursaria. Por volta das 11 horas ele chegou. Na chegada uma acalorada recepção. Aos gritos de “lindo,lindo”. E naturalmente, “Mito”,”Mito”. Ele abanou para a platéia, fazendo aquele gesto do coraçãozinho com as mãos. A gritaria foi geral.

As mulheres candidatas à eleição tiveram a prioridade de ficar perto dele durante a cerimônia. Ele se mostrou muito gentil. Ajudou algumas a segurar celulares, enquanto outras, tentavam entregar a ele, presentes de toda ordem. Uma, lhe passou às mãos, um vidro de perfume. E as demais queriam selfies. Muitas conseguiram, mas a tarefa não era muito fácil. Chegar até ele, era quase impossível.

Em seu discurso, descontraído, ele falou das mulheres de sua vida. De sua mãe Olinda (a dona Linda), 91 anos e, da pequena Laura, 8 anos, filha de seu casamento com Michele. Seguiu-se  explanação sobre a campanha presidencial num tom pacífico. Tão acusado por seus opositores de desrespeitar as mulheres, vi que ao contrário, ele compreendia e respeitava, o universo feminino.

Durante a execução do Hino Nacional Brasileiro ele colocou a mão no coração, visivelmente emocionado. Depois de alguns minutos, impetuosamente e fora do cerimonial ele saltou do palco, indo interagir diretamente com suas eleitoras. Elas o cercaram e foi um acotovelamento generalizado. Fiquei com medo da multidão. Mesmo assim, consegui apertar sua mão. Mão de dedos longos, de pessoas sensíveis. Era realmente um “Mito”. Dono de grande magnetismo, envolvente e simpático.

Agora, Jair Bolsonaro, é o nosso Presidente. No livro “Mito ou Verdade”, seu filho Flávio afirma: “Longe de ser o salvador da Pátria, ele é apenas um patriota, defensor da Democracia e da Justiça. E que se prepara a cada dia para, se Deus quiser, colaborar com o resgaste do orgulho de ser brasileiro”. Nacionalista e cristão torço por ele e que consiga fazer do Brasil, um País realmente honrado.

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