Domingo, 23 de FEVEREIRO de 2020

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coluna da ana

2020: a vida em primeiro lugar

Publicada em 30/12/2019 às 18h24| Atualizada em 09/01/2020 às 14h42

Que venha  2020! Mas que o ano chegue consciente e humano. Que uma nova era se inicie. Que a tônica seja a paz e o amor. Estes são os repetitivos desejos dos finais de ano. Na realidade, não é bem assim. A violência campeia pelo mundo. Dirigentes globais só pensam em dinheiro. Um papel imundo que nada diz. Apesar de iludidamente, resolver tudo. Os problemas humanos só se resolverão quando a consciência do amor aflorar. Quando todos se derem conta que o importante é ser. E não ter. Quando houver menos desperdício e menos poluição.

 As mudanças climáticas são consideradas um dos grandes desafios globais do século XXI. A China, como ator global e principal emissor de gases de efeito estufa, é um país-chave na política climática internacional. Sua posição é fundamental para o desenho do acordo futuro que substituirá o Protocolo de Kyoto e que regulará a ação humana sobre o sistema climático terrestre, dando continuidade ao conjunto de decisões internacionais que formam a ordem ambiental internacional das mudanças climáticas. Atendo-se à defesa do princípio das "responsabilidades comuns, porém diferenciadas", a China vem construindo seu posicionamento como um dos protagonistas dessa ordem desde o seu início, com a assinatura da Convenção do Clima em 1992.

 As negociações internacionais sobre mudanças climáticas,  participativa e fundamental para o encaminhamento das decisões globais sobre o tema, é definida em termos do interesse desenvolvimentista do Estado chinês. Durante as negociações das Conferências analisadas, a China agiu como liderança do G77 e em defesa dos seus próprios interesses, buscando garantir as responsabilidades diferenciadas e a classificação da China como país em desenvolvimento, evitando comprometer seus objetivos domésticos de desenvolvimento econômico. A última Conferência do Clima, em Lima, 2014, manteve o princípio das responsabilidades diferenciadas reforçando o interesse chinês, ainda que tenha estabelecido que todos os países apresentem metas voluntárias de redução das emissões.

 Precisamos repensar nossos comportamentos, relacionamentos e os espaços que compartilhamos. É necessária ser estabelecida uma harmonia entre o eu e as outras formas de vidas, buscando o desenvolvimento sustentável. As ações devem visar o bem estar comum: Meio Ambiente, Cultura, Arte, Sociedade e Economia.Em contrapartida,o  maior poluidor do mundo, a China, está se transformando num surpreendente líder em energias limpas, deixando para trás potências do setor como Estados Unidos, Japão e Austrália. A confirmação mais recente dessa tendência está no relatório “The Vivid Economics”, encomendado pelo Instituto do Clima da Austrália e divulgado no fim de outubro.

De acordo com o estudo, a China só perde para a Grã-Bretanha em termos de incentivos para reduzir a poluição causada pela geração de eletricidade. O país europeu desembolsa US$ 29,30 por tonelada de carbono, ante US$ 14,20 do gigante asiático. Os ocupantes das posições seguintes estão bem longe desse patamar: US$ 5,10 nos EUA, US$ 3,10 no Japão, US$ 1,70 na Austrália e US$ 0,70 na Coreia do Sul. Juntos, esses seis países são responsáveis por quase 50% das emissões globais.

Com certeza 2020 será um ano de repensar o meio-ambiente. Analisando que o que está em jogo é o destino da humanidade. O Brasil como potência de recursos verdes, ainda está longe de ser considerado um poluidor. Mas os Governos daqui em todas as escalas, precisam tratar com mais seriedade a questão. Projetos verdes de sustentabilidade são necessários. E, consciência das populações também. Vivamos 2020 com a esperança de dias melhores. Porque  com o ar e a água comprometidos, toda humanidade sofrerá.

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