Domingo, 15 de DEZEMBRO de 2019

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opinião

A mulher que engoliu o garfo

Publicada em 02/12/2016 às 16h46

Era uma comemoração na melhor confeitaria do sofisticado shopping da cidade .Três amigas saúdam a amizade com assuntos cotidianos. Que ia do picante ao moderado. A conversa corria solta sobre  as intimidades de seus casamentos,  vidas profissionais e  pretensões com o viver. Uma delas  loira platinada e, as outras duas, morenas.

Estavam completamente distraídas e absortas com o reencontro. Já fazia cinco anos que não se viam. E o agito do encontro com as novidades ia aos poucos contagiando a todas. O garçon se aproxima e elas pedem chá, sucos e tortas. Uma delícia de morango e creme foi o pedido unânime delas. A bandeja é colocada encima da mesa com pratinhos coloridos, guardanapos e  copos com garfinhos plásticos.

No afã da conversa, Marlô, a loira, colocou na boca um generoso pedaço da torta. Que por sua vez, era doce e apetitoso. O creme misturava-se ao morango. Consumido quase que a dentadas. Quando olhou para o garfinho plástico notou que havia engolido uma pequena parte dele. Aquilo foi tão de repente, que ela nem sentiu nada raspando a garganta. Mas ficou preocupada.

Não contou nada às amigas sobre o sucedido. Despediram-se ao final da tarde. Certas de uma grande e merecida comemoração. Saíram felizes. A não ser a loira platinada que não parava de pensar no garfo engolido. Em casa, reforçou seu estômago com pedaços de pão e leite. O bolo fecal precisava ficar macio para que o garfo finalmente fosse expelido pelas fezes. Com nojo e certa restrição passou a evacuar prestando atenção na defecação.

Pensou: o suco gástrico pelo seu poder destruidor deve ter exterminado o garfo. Ou o pedaço do garfo engolido. Do  prazeroso encontro com as amigas ficou uma lição. O  cuidado que deve-se ter ao comer fora de casa. Principalmente se for usar  talheres de plástico. Bem diferente dos usados em casa.Que são  de metais ou prata. Os primeiros são frágeis e perigosos Já os demais, garantem total tranquilidade.

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