Sabado, 16 de DEZEMBRO de 2017

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3° Neurônio | lazer

São precisos dois para jogar palavras cruzadas

Publicada em 10/10/2017 às 16h57| Atualizada em 11/10/2017 às 17h56

Cada um no seu pc, laptop, notebook, tablet, celular. Dos mais de 7 bilhões de seres na Terra, muitos milhões adoram jogos de tabuleiro. Talvez alguns milhares sejam fãs de palavras cruzadas (não, não as de jornal e revista, para preencher). Desses, centenas e centenas pararam de jogar. Por falta de parceiros. E entre esses, quem sabe dezenas vivam no RS. Vai ver algum desses esteja lendo este jornal digital. Será? Se é, já somos dois, meu caro! Então você sabe a qual jogo refiro: aquele numa caixa de papelão, tabuleiro dobrável e peças de madeira com o alfabeto impresso, valores nas peças e nos espaços do tabuleiro. Cada jogador aproveita as oportunidades para formar palavras. Quando acabam as peças, ganha quem fez mais pontos. Simples e genial assim.

 

 

Jogar palavras cruzadas no Brasil foi uma herança do hábito americano com o Scrabble, clássico jogo de tabuleiro de meados do século passado. Aqui no Brasil, a Brinquedos Estrela lançou sua versão, hoje um produto fora do catálogo, fora do site do fabricante, fora de cogitação. A diferença entre o sucesso que o jogo ainda faz nos EUA e o fracasso tupiniquim talvez esteja na escolaridade. Como se sabe, em nosso país a língua portuguesa vem sendo massacrada. O vocabulário do brasileiro encolheu a ponto do jogo de palavras ter virado um jogo solitário. Porque esse jogo exige demais de quem se dispõe a jogar: mínimo de repertório, mínimo QI. Sem isso, adeus diversão a dois.

 

 

Ei, espere aí: essa matéria não tem nada a ver com lamúria. Tem tudo a ver com alegria. É que agora, no mercado americano, foi lançada uma nova edição do Scrabble. Yes! Um estudante criou uma edição de luxo, com design pensado para quem pensa: as letras nas peças vêm em 12 fontes criativas e o tabuleiro é a tampa da própria caixa. Aliás, nem tabuleiro há, apenas as numerações que indicam as possibilidades de pontuação a cada jogada. O rapaz não subestimou ninguém, ele acredita no potencial da sua criação, que foi licenciada logo que ele fez o protótipo, em belíssimo design. Não é barato para nós: 199 na moeda deles. Puizé: a diferença entre o lazer dos ianques e o nosso me deixa sem palavras. Como jogar palavras cruzadas aqui na nossa terra, se as crianças mal alfabetizadas não repetem de ano até o 3° ano? Nós, viciados no uso do cérebro, estamos em extinção.

 

 

Para saber quem é Andrew Clifford Capenerdesigner do upgrade do Scrabble e de outras coisas interessantes, acesse o site do talentoso moço aqui. E para conhecer melhor o produto, assista ao vídeo promocional no YouTube.

 

 

 

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