Terça-feira, 23 de OUTUBRO de 2018

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opinião

Desarmados

por Eduardo Dias Lopes | Publicada em 26/07/2018 às 11h03

Em 2003 o então presidente da república assinou o estatuto do desarmamento que foi a plebiscito em um dos seus artigos em 2005. Desde então vemos a criminalidade elevar seus índices em todo o território nacional, pois, na minha visão, existe uma regra que não se pode ignorar que é a seguinte: “Cidadão desarmado = bandido tranquilo” e cidadão armado = bandido inseguro”. O estatuto de 2003 desarmou o cidadão de bem e permitiu que a bandidagem se armasse cada vez mais, fazendo com que os criminosos andassem tranquilos, pois sabem que ninguém tem condições de responder suas agressões armadas à altura.

Por mais que se possa pensar em paz, como resultado do desarmamento, quando este famigerado estatuto foi assinado, não podemos negar a realidade, na qual vemos nos veículos de comunicação, em zonas de tráfico de entorpecentes, multidões de facínoras portando seus armamentos pesados, enquanto o nosso povo tem que ficar à mercê desses criminosos, sem a mínima condição de defender sua segurança ou da sua família, escondidos dentro de casa e com medo de dar um passo na rua.

Está na hora de repensarmos esta realidade cruel, olharmos para o amanhã não como meros espectadores, mas sim como parte de uma nação que quer mudança e sabe que tem o direito de se defender dos piores perigos que rondam nossas casas.

O remédio aplicado em 2003 fez crescer a doença e se espalhar a peste da criminalidade, sem deixar dúvidas de que os maiores prejudicados fomos nós que perdemos o direito de defender nossos familiares a nós mesmos.

Temos de virar este jogo.

 

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