Domingo, 21 de JANEIRO de 2018

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Facebook

opinião

O primeiro encontro de alguns

Os de verdade

Publicada em 04/09/2017 às 11h23| Atualizada em 06/09/2017 às 15h32

Enquanto eu aproveito minhas férias, parei para pensar um pouco. Eu gosto de trabalhar, com certeza, mas um descanso sempre é bom, ainda mais com o ritmo bem puxado que a demanda do setor de precatórios do RS exige. Mas o fato é que, mesmo eu estando fora há cerca de  uma semana, comecei a pensar nas amizades que fiz por causa desse emprego.

É uma coisa estranha, mas interessante. A maioria dos meus amigos são estagiários, mas isso não desmerece o serviço que fazem e muito menos a amizade de cada um deles - e digo que a maioria são estagiários por que eles são maioria no setor mesmo. E entre um grupo deles, com o qual tenho bastante afinidade, rola umas brincadeiras - ou seriam "parcerias" - que foi o que acabou dando nome à coluna de hoje.

 

A relação

Só para explicitar, eu acho que não existe apenas uma figura que defina o que é um amigo. Por exemplo, não é qualquer amigo que vai te dar total confiança em alguma coisa; com alguns amigos você se abre totalmente e conta toda sua vida, mas com outros a história é diferente. O que quero dizer é que existe um amigo para cada tipo de situação e cabe a nós mesmos definir/escolher com quem contar em cada caso.

O que eu quero dizer com isso é o seguinte: sei que fora do meu local de trabalho muitos deles talvez não mantenham relações de amizade e companheirismo da mesma maneira como ocorre no serviço, mas é fato que ainda assim existe uma relação muito forte de amizade ali.

 

Pra ser de verdade

À primeira vista pode parecer estranho, mas existem algumas coisas indispensáveis para ser um "de verdade", como eles mesmos se intitulam na brincadeira, mas a principal delas é a consideração. Para "manter" essa relação verdadeira, muitas vezes acabei almoçando mais tarde por que esperava todos estarem preparados para o almoço (alguns chegam ao meio dia no trabalho e as vezes ainda precisam esperar a comida que foi encomendada chegar.

A brincadeira é tão "forte" que até mesmo quando todos estão sentados à mesa, a gente espera que todo mundo esquente a comida e esteja pronto para dar a primeira garfada ao mesmo tempo. Pra alguns isso pode parecer ridículo ou uma brincadeira idiota, mas tem um significado muito forte, pois como eu disse ali em cima, demonstra a consideração que uns tem pelos outros.

É realmente a consideração a base dessa amizade toda. Todos se preocupam se ninguém está sem comida e precisa pedir alguma coisa pelo telefone, se o Bruno está em atendimento no balcão e vai ter que almoçar mais tarde, se o Felipe vai ter balcão depois do meio dia e precisa comer rápido ou mais cedo e até mesmo se a Larissa já chegou pro seu turno e pode ir almoçar com os "de verdade".

E não é só na hora do almoço que existe essa "preocupação", mesmo nas tarefas diárias de cada um, há uma preocupação mútua e uma ajuda recíproca entre todos. É como se fosse uma família. E eu fico muito feliz por fazer parte dela!

 

*Peço desculpas a quem eu acabei não citando no texto, mas isso não significa que a amizade é menor, com certeza não é.

 

 

Últimas Alexandre Bringhenti

Administrativo/comercial
51 3046-6114 - Ramal: 200
Redação
51 3046-6114 - Ramal: 202

redacao@diariodeviamao.com.br

Vinicius Ferrari - repórter
Guilherme Klamt - repórter/imagens
Silvestre Silva Santos - editor/economia
Maiara Tierling - administrativo/comercial
Rosângela Ilha - diretora
Roberto Gomes - diretor
Ao reproduzir uma de nossas matérias, é ético citar a fonte.
As opiniões assinadas são de responsabilidade de seus autores e não representam a posição do jornal.
Desenvolvido por i3Web.
2016 - Todos os direitos reservados.

Rua Osvaldo Aranha, 43 - Sala 5 - 94410-630 - Centro - Viamão - RS