Sabado, 15 de DEZEMBRO de 2018

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opinião

De volta ao trabalho

por Alexandre Bringhenti | Publicada em 09/01/2018 às 10h13| Atualizada em 11/01/2018 às 15h06

Enfim, passaram-se as festas de final de ano e agora estou de volta ao serviço, tanto no Tribunal quanto no Diário de Viamão, retomando minhas colunas semanais. O período de descanso foi bom, ainda que não tenha conseguido aproveitar da melhor forma possível, pois mesmo no período de recesso do Tribunal, os problemas e as responsabilidades pessoais não param. Então acabei aproveitando o tempo livre para organizar algumas coisas que eram necessárias.

 

Falando em festa...

Pra quem lembra das minhas últimas colunas, sabe que a minha expectativa era passar esse período de descanso e festas com uma companhia um pouco diferente – além, é claro, da companhia do meu amorzinho, que infelizmente não tem recesso e precisou trabalhar durante esse período. Acontece que na última Black Friday eu “ganhei” o tão esperado PS4.

E eu coloquei o ganhei entre aspas por que efetivamente eu ainda não estava com ele em mãos, então eu sabia que tinha ganhado, mas ainda não o tinha. E a saga para conseguir ter meu play comigo começou já em dezembro, conforme contei neste espaço duas ou três semanas após ter contado que iria ganhar esse presente. O tempo passava e nada de a minha encomenda chegar...

 

Aflição

Eu estava quase que literalmente aflito... mas depois de um tempo consegui controlar minha ansiedade e seguir a vida normalmente até que o game chegasse. Mas é claro que eu não fiquei sentado de braços cruzados esperando o dia em que o carteiro faria a entrega. Passados dez dias da compra, sem atualização nenhuma desde então, entrei em contato com a loja para saber se havia algum problema com o meu pedido. Magicamente, um dia após o contato, recebi um e-mail informando que meu produto havia sido “coletado pela transportadora” e que em breve seria remetido ao meu endereço. Aí fiquei mais tranquilo.

Mas dois dias após isso, recebi outra mensagem, um pedido de desculpas da loja informando que por conta do alto número de vendas na Black Friday as entregas poderiam sofrer atraso de dois a três dias úteis. Por mim tudo bem, nesse período de “promoções” normalmente as lojas ficam sobrecarregadas – até por que nunca há um planejamento correto para suprir a alta demanda.

 

O tempo passa

Eis que chegou a data limite para entrega, conforme prometido pelo vendedor. E nada do meu Play chegar. Continuo a saga, entrando em contato com a loja e fazendo cobranças, abrindo reclamações e até mesmo solicitando um código de rastreamento válido – pois recebia a informação do Correios que o código que me forneceram não havia sido cadastrado no sistema de encomendas. E, mais uma vez, nada se desdobrava.

Começo a perder a paciência, abro mais uma reclamação – agora já entre o Natal e o Ano Novo. Mais uma vez, 5 dias úteis para uma resposta – a última eu esperava... meu próximo, com certeza, é procurar um advogado e correr atrás dos meus direitos, pois já está claro aqui – pela falta de informações precisas e pela velha tática de empurrar os problemas com a barriga – que meu produto não havia sido se quer despachado para os Correios.

 

Ontem

Mas eis que chegou a segunda-feira, dia 08 de janeiro – sim, ontem. Retomo minhas atividades no setor de Precatórios do Tribunal de Justiça do RS. E como de praxe, à noite me dirijo para Viamão para uma partida de futebol com os amigos.

Como nos meses de janeiro e fevereiro o Tribunal trabalha com o chamado horário de verão – com o expediente nas segundas-feiras do meio dia até às 19h e nas sextas-feiras das 8h até às 15h – no final do dia, um pouco mais tarde do que de costume iniciei meu trajeto até Viamão. Sem expectativa nenhuma e até um pouco atrasado, cheguei em casa e já fui conversar com meu avô para saber se um material que eu havia preparado para ele utilizar em sua empresa estava correto. Já eram 20h25 quando adentrei o meu quarto e encontrei a tão esperada encomenda, embaladinha, em cima da minha cama. Fiquei empolgado, mas um tanto quanto chateado, pois ninguém havia me avisado que a encomenda me esperava, mesmo depois de eu ligar algumas vezes durante as últimas semanas.

 

Pra testar

Fiquei um tanto chateado também por que, por não saber que o PS4 me esperava, deixei os jogos que já havia comprado em Porto Alegre. Mas não foi de todo ruim. Como já era esperado, ao ligar o video game pela primeira vez e conectá-lo à internet, já vieram notificações para atualização de sistema.

Atualizei, testei o aparelho da maneira que deu. Agora só me resta esperar até o final do dia de hoje para, finalmente, poder inaugurar – com jogo – o meu tão esperado presente de Natal.

 

 

 

 

Tainá Rios

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