Sexta-feira, 23 de FEVEREIRO de 2018

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opinião

Os títulos famosos que NÃO gostei

Publicada em 10/02/2018 às 14h42| Atualizada em 15/02/2018 às 13h53

Oi, pessoal

Nesta semana quis trazer um tema diferente para vocês. Pensamento vai, pensamento vem... chegou a ideia. Até agora, só trouxe dicas de títulos que eu assisti e gostei. Por isso, vamos falar também dos reprovados? 

Apesar de óbvio, vale dizer que: esta é apenas a minha opinião. E é claro que você pode assistir a todos esses filmes e séries e achar o máximo. Não estou afirmando que são ruins, apenas que não são do meu gosto. Certo? Vamos lá.

 

 

Quero iniciar logo com polêmica. Gente, eu não consigo gostar de Breaking Bad. Me julguem. 

Se eu já me esforcei e assisti a vários episódios? Siiiim. E tentei isso por duas vezes, juro. Acho a história genial: um professor de química descobre um câncer terminal e, com péssimas condições financeiras, despretensiosamente começa a produzir drogas e a ganhar dinheiro. Mas, precisava ser tão arrastado e sonolento? A história demora pra acontecer e os episódios são monótonos. Todo mundo que assistiu sempre me diz: chega na segunda temporada, aí o "bicho vai pegar". Não rolou, mesmo.

 

 

 

Vamos lá pra segunda polêmica: Se eu achei Breaking Bad chato, multiplica essa "chatice" por mil e teremos a minha opinião sobre a aclamada Orange is the new black

A minha explicação é parecida com a anterior. Você lê a sinopse e pensa: vou amar assistir isso. "Moça rica com passado comprometedor vai pagar seus pecados e repensar toda a sua vida e o modo como relaciona-se com as pessoas ao redor". Legal, né? Só que não. A série não se decide se quer ser drama ou comédia ou qualquer outra coisa. Não tem um enredo forte e não prendeu a minha atenção. Até gosto da protagonista e de algumas personagens, mas fiquei com a sensação de que a série seria mais interessante se a prisão fosse o personagem principal.

 

 

Pra terminar, um filme. Um dos piores que já assisti no Netflix. Não perca seu tempo com: Bata antes de entrar, protagonizado por Keanu Reeves. Eu acho que o diretor foi até bem malandro, colocou os dez primeiros minutos "assistíveis", prendeu o telespectador e aí começou o seu show de horrores. A premissa é a seguinte: homem casado abriga meninas durante uma tempestade e elas, após seduzi-lo, aprisionam e torturam-no.

Na boa, não tem história NENHUMA. O filme é resumido em cenas de torturas gratuitas, totalmente mal feitas e, nos dez minutos finais, acontece um desfecho totalmente previsível. Eu fiquei sem entender várias coisas, como exemplo: Por que escolheram ele para torturar? Quem diabos são essas meninas? De onde elas saíram? Eu juro que poderia escrever parágrafos intermináveis sobre os meus questionamentos. 

Mas, pelo menos, desta vez encontrei mais pessoas que concordam com a minha opinião. Se você pesquisar sobre críticas a este filme. A maioria recomenda o mesmo: não perca o seu tempo. A mais legal foi escrita pelo pessoal do site Cineset. "A culpa não é do Keanu Reeves. Não creio que seja segredo que o astro de “Matrix” é um ator de talentos limitados, mas é difícil culpá-lo diretamente pelo desastre que acaba sendo “Bata Antes de Entrar”, novo filme de Eli Roth. Tal como seu personagem, a plateia é torturada durante a projeção deste longa que tenta atualizar o tradicional thriller erótico para a geração “millenial”. Apesar de não constar nos créditos, “Bata Antes de Morrer” é um remake de um filmão B da década de 70 (nome original: “Death Game”)".

 

Chega de crítica por hoje, né? Me contem aí as suas opinião estas três produções.

 

Até a próxima.

 

 

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