Sabado, 16 de DEZEMBRO de 2017

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No mundo do trabalho também se compartilha

Publicada em 26/10/2017 às 15h39| Atualizada em 27/10/2017 às 16h47

Não te disseram? A revolução já começou! Sim, faz mais ou menos uns 70 anos, quando o primeiro computador foi capaz de decodificar mensagens complexas. Desde então, a noção de que tudo é possível para a tecnologia varreu o mundo, até o surgimento das estruturas em rede. Acessíveis ao grande público, alteraram não só os meios produtivos, mas também o comportamento das pessoas. Consolidou-se a era do compartilhamento.

Aliás, grave essa palavra, COMPARTILHAMENTO, caso ela ainda não esteja no seu vocabulário, pois nela está contido o poder transformador do novo milênio.

Compartilhar é gerar valor na cadeia de relacionamento para todos os envolvidos, tanto no Mundo do Trabalho quanto na vida real.

Essa nova forma de fazer as coisas eleva os ganhos e permite novas perspectivas: produtos em escala com engenharia reversa, design que permita reutilização e readaptação, criação de moedas e economias baseadas em troca ou sistemas de valores próprios de cada região, ou segmento, e uma infinidade de possibilidades. Sai de cena o dono da ideia e entram em cena os donos do resultado. Todo mundo precisa ganhar.

Mas alguém aí pode estar pensando: Como assim todo mundo ganha? Alguém vai pagar essa conta uma hora? De fato, ninguém tem a resposta pronta. O que se assume – quase como um pacto entre pensadores, estudiosos, líderes mundiais e demais interessados –, é que essa é a saída possível para o fim dos Empregos (sim, eles vão acabar, mas isto será o tema de outra coluna), para a crise energética, para o cataclisma ambiental e para as reformas política, econômica, educacional e social. Além disso, aceitar que não havendo receita testada e aprovada, tudo está em construção, o tempo todo. Nossos mundos e nossa vida são uma versão de teste permanente! Aceite, corra para aprender cada vez mais e olhe para dentro de si o máximo que puder. Enquanto faz isso, saia compartilhando suas descobertas; é a única maneira de testar a você mesmo e saber se está no caminho certo.

Onde estaria Leila?

Testar os próprios limites no Mundo do Trabalho é o que fez a carismática Leila Maria quando aceitou seu primeiro Emprego, numa fábrica de colchões localizada na região metropolitana. A estreia no escritório cobrava uma indumentária apropriada e ela buscou um suéter de caxemira amarelo, presente da avó já falecida. Uma camisa branca, com botões minúsculos, em madrepérola, e uma saia reta, cinza escuro, bastante elegante. Os sapatos em couro, da mesma grife que a bolsa, completavam o visual da moça que já chegara aos 30. Ela era do tipo determinada e estudiosa, desde a adolescência, vivendo, muito bem, com um senhor abastado que lhe proveu o alimento, o conforto e o amor. Assim, seus Trabalhos eram voltados à caridade, ao bem-estar social e à produção artística que utilizava apenas para sua livre expressão. Um dia, terminou o desjejum, olhou o marido no fundo dos olhos, despediu-se com um beijo e saiu carregando duas malas e uma pasta. Acreditava que podia ser secretária e logo pode apresentar-se para preencher uma vaga. Sem currículo, cativou os entrevistadores com as histórias de suas vivências e a seguinte frase: “Assim como na vida, no trabalho serei o melhor de mim”. Mesmo nos dias atuais, alguns colegas que juram tê-la conhecido, ainda marejam os olhos ao contar essa história na sala do cafezinho.

 

 

Últimas Leandro Melo

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