Sabado, 16 de DEZEMBRO de 2017

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universo pop

Dica de livro: Juntando os Pedaços, de Jennifer Niven

Publicada em 24/11/2017 às 17h01| Atualizada em 26/11/2017 às 16h04

Olá, pessoal, tudo bem? 

Hoje quis trazer um conteúdo um pouco diferente aqui para a coluna! Vou começar trazendo uma resenha breve do livro Juntando os Pedaços, da Jennifer Niven. Depois, continua as novidades do mundo pop.

 

Confere só a sinopse do livro:

 

Junte um pedaço de amizade com outro de autoaceitação, mais outro de amor e ainda um de esperança – todos juntos compõem a história de Libby e Jack.Jack tem prosopagnosia, uma doença que o impede de reconhecer o rosto das pessoas. Quando ele olha para alguém, vê os olhos, o nariz, a boca... mas não consegue juntar todas as peças do quebra-cabeça para gravar na memória. Então ele usa marcas identificadoras, como o cabelo, a cor da pele, o jeito de andar e de se vestir, para tentar distinguir seus amigos e familiares. Mas ninguém sabe disso – até o dia em que ele encontra Libby.Libby é nova na escola. Ela passou os últimos anos em casa, juntando os pedaços do seu coração depois da morte de sua mãe. A garota finalmente se sente pronta para voltar à vida normal, mas logo nos primeiros dias de aula é alvo de uma brincadeira cruel por causa de seu peso e vai parar na diretoria. Junto com Jack. Aos poucos essa dupla improvável se aproxima e, juntos, eles aprendem a enxergar um ao outro como ninguém antes tinha feito.

 

Talvez lendo essa sinopse pareça um livro um pouco bobinho, meio filme adolescente - só que não é bem assim. É sobre como a gente enxerga os outros e sobre se colocar no lugar do outro. No caso, no lugar de uma pessoa gorda - a Libby - ou com alguém que sofre um transtorno meio incomum - o Jack.

 

Durante a narrativa, nós ficamos confusos com o fato de Jack não enxergar rostos, sempre fica aquela dúvida de "será que ele está falando com esse personagem mesmo?", como se nós mesmos sofrêssemos prosopagnosia. Inclusive é dito durante o livro que uma a cada 50 pessoas tem essa doença, ou seja, não é algo tão incomum assim. E, nos capítulos da Libby, vemos o sofrimento que uma pessoa gorda tem na sociedade, principalmente por causa dos preconceitos - desde apelidos como "balofa" até ser encarada por todos ao entrar nos lugares. 

 

Também fica um "mistério" sobre o que aconteceu com a mãe de Libby, que vamos juntando os pedaços (desculpa o trocadilho) até entender, mais para o final do livro. Quando ela tem os pensamentos sobre sua mãe, é mostrado seus anseios sobre a vida e como estamos despreparados para grandes surpresas. Assim, ela acaba mostrando, em parte, que não devemos ficar sempre preocupados com o futuro, pensando no que pode ou não acontecer. O importante, para nós e para ela, é pensar no agora, pois é isso que vai mudar o que vem pela frente. 

 

Jack, por não identificar rostos, se junta no que chamo de "olhar o outro" dentro da narrativa da história. É uma parte impactante novamente pelo fato de ele ficar confuso com "Será que estou falando com fulano?" quanto sobre fazer pré-julgamentos sobre as pessoas baseado em sua aparência - algo tão banal que nem nos damos conta quando o fazemos. É sempre difícil se colocar no lugar do outro e, por isso, acabamos criando esses estereótipos. E se nós enxergássemos todos rostos iguais? Se todas pessoas fossem as mesmas para gente? Será que faríamos tantos julgamentos? Pensei bastante nisso durante a leitura, afinal, é fácil olhar para alguém e dizer algo pela sua aparência - sem ao menos saber o que se passa na vida delas. No caso da Libby, além de lembrar da mãe, ela lembra do passado, das palavras e atitudes que, de alguma forma, a machucaram. Ao contrário de Jack, ela consegue guardar o rosto de cada um que fez isso. E essas feridas continuam ali, com imagem e nome, muitas vezes voltando com novos rostos. Mesmo assim, ela continua firme e forte, na luta, acreditando nela mesma e mostrando que ser gorda não muda nada para ela nem para ninguém, que isso não é um fator que vá afetar ela.

 

No fim, acho que o livro acaba com uma grande moral, nos mostrando como cada um é diferente e como nossas vidas (por mais parecidas que pareçam) não são iguais. Os capítulos são divididos entre Jack e Libby e são bem curtinhos, trazendo uma linguagem leve e feita para o público adolescente, mas sem deixar de ser intensa e tocante.

 

Rapidinhas da semana

 

Filmes chegando! 

Baseado no livro de Agatha Christie, o filme de Assassinato no Expresso Oriente irá estrear na próxima quinta-feira, 30. A história se passa a bordo de um trem onde Edward Ratchett (Johnny Depp) é morto. Quando o trem para devido a uma nevasca, o detetive Hercule Poirot (Kenneth Branagh) irá investigar quem pode ter cometido o crime.

Para a divulgação no Brasil, a Fox Film chamou a atriz Renata Sorrah para refazer o meme da Nazaré

Tedesco confusa. Confira:

 

E a Disney também divulgou o trailer oficial de Uma Dobra no Tempo, baseado em romance de mesmo nome. Na história, dois irmãos decidem reencontrar seu pai, um cientista que está desaparecido depois de trabalhar em um misterioso projeto. E o elenco é de peso: Oprah Winfrey, Reese Whiterspoon, Chris Pine, Mindy Kaling e muito mais! Dá uma olhadinha no trailer:

 

 

Anitta e J Balvin em nova parceria

A cantora Anitta continua divulgando suas novas músicas no projeto Check-Mate, onde irá lançar uma canção por mês. Até agora, todas parcerias foram internacionais. Nesta semana, ela divulgou a música e clipe de Downtown com o colombiano J Balvin e alcançou mais de um milhão de streamings no Spotify em 24 horas. Um recorde!

 

 

 

 

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