Segunda, 15 de OUTUBRO de 2018

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opinião

Fala sério, mãe!

Publicada em 07/05/2018 às 14h34| Atualizada em 08/05/2018 às 08h59

No final do ano passado, chegou aos cinemas de todo o país o filme “Fala sério, mãe”. O longa-metragem é uma adaptação do livro da escritora Thalita Rebouças e contava com a participação da atriz Larissa Manoela e da humorista Ingrid Guimarães, que na minha opinião foi a cereja do bolo. O filme fez muito sucesso e ficou quase três meses em cartaz. Mas por que falar disso só agora, Tainá? Bom, eu explico.

A história conta a relação entre a filha mais velha e a mãe. Em muitas casas, esse convívio nem sempre é favorável e no filme, as atrizes representam bem as várias fazes de evolução dessa convivência. O primeiro contato na amamentação, a difícil aceitação na escola e a brigas sem sentido na adolescência. Todo mundo já passou por isso, não é mesmo? Sim! A faixa etária do longa era livre, ou seja, um roteiro para o público infantil, mas sabe quem realmente gostou? As mães! Ouvi vários elogios e comparações na saída do cinema. Mulheres que se sentiram representadas no amor, na dor e nos conflitos diários com os filhos.

O papel principal deveria ser a filha, ela deveria roubar a cena ao se mostrar uma menina tão madura diante dos acontecimentos familiares e decisões da vida adulta, mas a direção soube equilibrar bem as atuações e o filme ficou equilibrado. Durante as sessões do filme, percebi muitas mães acompanhadas de filhas adultas, adolescentes e crianças. Observei mães chorando ao se identificarem com a dor de deixar os filhos nas primeiras aulas do colégio. E senti mães com o coração apertado de ensinar os filhos a voarem cada vez mais alto. Recomendo a todas às mães a assistirem o filme “Fala sério, mãe!”. O longa-metragem é muito mais que um filme de comédia ou um roteiro infantil, ele consegue demonstrar todo o carinho e dedicação de uma mãe com os filhos.

Pois bem, agora eu posso responder à pergunta do primeiro parágrafo: Mas por que falar disso só agora, Tainá? Porque este é o final de semana do Dias das mães. Uma data no calendário para subir as compras nas lojas e aumentar o fluxo dos restaurantes no domingo. Diante de tudo isso, será que nós sabemos mesmo qual o verdadeiro sentido desta data? Será que sempre acertamos nas homenagens? Talvez não. Talvez, as mães só desejem ver o filho bem, feliz e com vários sonhos. Talvez, um abraço bem apertado e uma ajudinha no almoço de domingo seja o melhor presente de dias das mães.

 

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