Sabado, 17 de AGOSTO de 2019

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de malas prontas

De repente Europa: Primeiros passos no outro lado do Oceano

Publicada em 12/06/2019 às 08h49| Atualizada em 14/08/2019 às 13h14

Relembre o primeiro capítulo aqui

O mochilão pela Europa era uma realidade. Conforme as semanas passavam eu recebia mais informações e ia entendendo como tudo iria acontecer. A viagem foi em 2017 e durou 11 dias. O embarque foi dia 31 de outubro e o retorno 13 de novembro. Nesse período, passaria por Paris, Suíça, Itália, Alemanha e Amsterdã.

O ponto de partida foi em um hostel de Londres. Descobri que não viajaria sozinha, mas sim com um grupo com mais de 30 pessoas, comandados por uma guia e o motorista do ônibus, que também nos dava dicas de passeios. Cada país ficava cerca de oito horas de distância um do outro. O único momento em que não usamos ônibus foi para sair da Inglaterra e chegar na França. Cruzamos de caminho em um gigantesco navio.

A dinâmica funcionava da seguinte forma: pegávamos a estrada bem cedo e chegávamos no final da tarde. A noite era livre e o dia seguinte também. Dormíamos e de manhã acontecia a mesma coisa. A guia passava instruções e cada um aproveitava como quisesse.

Seguindo com a sorte

Essa aventura não teria sido a mesma se eu não tivesse conhecido três brasileiras que estavam no grupo. E esse é o ponto que vem primeiro na minha cabeça quando me perguntam sobre as partes que mais gostei na viagem. Nos conhecemos no primeiro dia e ficamos juntas até o último. Formamos uma parceria muito boa e até hoje mantemos amizade. Duas são de Goiânia e uma do Rio de Janeiro.

Juntas, montamos nosso próprio roteiro, fazíamos fotos umas das outras e cada uma compartilhava o inglês que sabia para que nos achássemos pelas cidades.

Aliás, não somente o idioma foi uma barreira para nós. A alimentação foi o que mais estranhamos. Encontrar comida para os almoços e jantares foi uma missão complicada... Acabávamos recorrendo ao fast-food. Nos mercados, eram coisas congeladas como lasanhas e saladas, por exemplo. Tanto nos mercados quanto em restaurantes os preços eram altos.

O momento que melhor comíamos era no café da manhã. Os hostels serviam muitas variedades e tinham coisas com as quais estamos acostumadas como, pães, café com leite, bolos, frutas e iogurtes. Em Veneza, na Itália, pudemos matar a saudade de comida com as clássicas macarronadas e pizzas.

 

No próximo capítulo: O dia que deitei e rolei na neve

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