Quarta-feira, 19 de JUNHO de 2019

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tecnologia

Livros digitais ainda engatinham no país, mas podem ser uma boa alternativa

Publicada em 08/04/2019 às 10h18| Atualizada em 23/04/2019 às 11h37

Olá, pessoal! Tudo bem? Meu nome é Pedro Nunes e a partir desta semana, passo a fazer parte do time de colunistas do Diário de Viamão. No Diário Tech, vou mostrar as principais novidades do mundo da tecnologia, análises e dicas que podem ser usadas para melhorar ainda mais o seu dia a dia com a ajuda de smartphones, tablets e computadores. 

Para a estreia do blog, escolhi falar sobre os livros digitais. Para muitos, eles podem ser uma alternativa bastante interessante: imagine carregar centenas ou milhares de livros em apenas um dispositivo do tamanho de um tablet? Os leitores de livros digitais se diferem de smartphones e tablets por conterem uma tela anti-reflexo e feita de tinta de papel eletrônico, ou seja, onde não há riscos à visão caso os leitores estejam expostos a este tipo de tela. Alguns modelos ainda oferecem opção de luz embutida, ideal para ler em ambientes escuros. 

O crescimento no mercado de livros digitais no mundo começou em novembro de 2007, quando a empresa de comércio online Amazon lançou o Kindle. Inicialmente visto com muito ceticismo, o dispositivo acabou caindo no gosto dos americanos por oferecer títulos com um custo bastante inferior aos comercializados em papel. De lá pra cá, a empresa vendeu milhões de Kindles no mundo e abriu espaço para um mercado que não havia sido explorado ainda. No Brasil, a novidade foi lançada oficialmente em novembro de 2012, por cerca de R$300. Apesar disso, a falta de títulos nas maiores editoras do país e preços não tão competitivos fazem do mercado de ebooks no Brasil ainda estar engatinhando. Dados do último Censo do Livro Digital, realizado em 2016 a pedido da Fundação Instituto Câmara Brasileira do Livro (CBL) e do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), as vendas de livros digitais representaram um pouco mais do que 1% do faturamento de todo o mercado editorial no país. Apesar de ser uma parcela pequena, o mercado segue investindo na publicação de títulos para o formato digital. Em uma rápida pesquisa pelo site da Amazon Brasil, pode-se observar que, dos dez livros impressos mais vendidos do Brasil, nove deles estavam disponíveis no formato digital. Além da Amazon, Livraria Saraiva e também comercializa títulos digitais e leitores específicos (mais sobre isso abaixo). 

Ainda que os livros impressos dificilmente sejam substituídos, os livros digitais não deixam de ser uma boa opção para quem gosta de ler. A seguir, conheça alguns dos leitores disponíveis para a venda no Brasil:

 

Amazon 

A Amazon vende atualmente três modelos de Kindles no país: 

Kindle (R$299): modelo mais básico da linha, ele conta com tela de tinta eletrônica de 6 polegadas e memória que permite armazenar milhares de livros. 

Kindle Paperwhite (R$499): o modelo intermediário adiciona três recursos adicionais: luzes de LED que permitem que os leitores possam ler até em ambientes mais escuros, certificação que faz o aparelho ser à prova d’água e uma tela de maior resolução. 

Kindle Oasis (R$1.149): o modelo mais caro conta com recursos não tão indispensáveis, mas que podem ser bem-vindos para quem não vive sem ler: uma tela maior de 7 polegadas, botões físicos para virada de páginas e um design ergonômico, que permite carregar o aparelho usando apenas uma mão. 

 

Saraiva

A Saraiva vende atualmente o modelo Lev com luz embutida, por R$383. A tela conta com tecnologia semelhante ao Kindle Paperwhite, que permite ler em ambientes escuros. O diferencial do dispositivo da livraria é que o consumidor já leva 10 e-books e mais 4 best-sellers gratuitos para baixar. 

 

Livraria Cultura

A Cultura comercializava os leitores da marca canadense Kobo desde 2012, mas interrompeu suas vendas em 2017. Durante esse período, a livraria entrou com pedido de recuperação judicial, que foi aceita pela Justiça de São Paulo em outubro de 2018. 

 

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