Quinta-feira, 17 de OUTUBRO de 2019

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Poder

Publicada em 09/10/2019 às 15h25| Atualizada em 16/10/2019 às 13h41

Olá me chamo Lavínia, e escrevi esse artigo de opinião com a correção dos meus amigos Ico feijo funcionário da Corsan, figura conhecida na cidade e da minha camarada Idianara Rigo, mais conhecida como Dinha, trabalhadora dos Correios.

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Escrevi esse conteúdo depois de ter lido um artigo escrito pelo advogado Túlio Gustavo, do Rio de Janeiro, sobre como a igreja que ele frequentava se organizava para um projeto de PODER,  isso em meados de 2007.

Em 2009, num congresso, Túlio acessou um livro do escritor auto intitulado    "Apóstolo Fernando Guillen", que falava da necessidade da igreja romper barreiras e influenciar a sociedade a partir dos "7 Montes, os pilares de domínio da sociedade";

1. artes e entretenimento, 
2. mídia e comunicação,
3. governo e política, 
4. economia e negócios, 
5. educação e ciência, 
6. família, 
7. igreja e religião. 

O livro de Guillen tratava de justificar o plano de domínio evangélico. Porém, o que mais me chamou atenção nos relatos de Túlio Gustavo, foi sua percepção sobre as igrejas evangélicas, no sentido de estarem se organizando em células, ao estilo 'pirâmides financeiras', como a famosa Hinode, tão atuante no Brasil.

O sistema funciona através de células e seus respectivos líderes. O líder trabalha na formação de outros líderes com o propósito de disseminar a palavra de Deus, o que na verdade serve para cooptar pessoas para um plano de domínio pentecostal. Trata-se de uma organização que vem há muito tempo atraindo líderes religiosos, como ocorreu no Congresso do 7 Montes, em 2009.

Este meu artigo não tem o objetivo de atacar a espiritualidade de ninguém, até porque eu sou cristã, seguidora de Jesus Cristo. 

O objetivo é trazer a quem acompanha a coluna do Ubuntu, melhores informações sobre os planos de poder que nos cercam.

Será que não está na hora da população se organizar para um projeto coletivo de bem estar social? 

Esses ditos "líderes políticos-religiosos", com interferência nas igrejas evangélicas e no campo político, se colocam como produtores da boa política para nós trabalhadores. No entanto, é possível perceber que quem manda na política, de fato, são há muito tempo os mesmos; homens velhos e brancos, tanto em partidos de esquerda quanto de direita.

É urgente e necessário debater sobre a organização do poder junto às bases sociais, pensar em outro tipo de sociedade.

Mas você pode estar se perguntando:
O quê devemos fazer?

Minha resposta é bem simples:
Com a internet, nós temos acesso a todo tipo de informação, artigos com diversas opiniões, inclusive, pautados por pesquisa acadêmica rígida e criteriosa, onde os estudos publicados são comprovados com embasamento histórico, científico e social, possibilitando formarmos uma opinião crítica sobre qualquer assunto de nosso interesse e permitindo que a gente possa sair do "senso comum", o qual pode nos levar a percepções equivocadas quando nos deixamos levar por "achismos" e não damos a devida importância para as fontes nas quais buscamos auxílio e informação.

Não custa nada a gente se informar sobre política e ocupar os espaços que são nossos por direito.

Há poucos dias, gravando o Programa Papo Reto, com o Fábio Salvador, que vai ao ar toda quarta-feira, às 19hs, na página da Mídia +, um dos convidados falou a seguinte frase: "Quanto mais mexo com política, mais me enojo".
Eu respondi pra ele que nós, povo trabalhador  e honesto, temos mais é que nos envolver com política e fazer valer a honestidade, que não precisamos nos sujeitar á coisa errada, temos que barrar essas coisas, porque quanto mais a gente aceitar calado, mais corrupção e usurpação de poder irá existir.

Encerro este artigo lembrando o seguinte:
Até o ar que a gente respira é regulamentado por política, a exemplo dos acordos climáticos, das metas ambientais a serem atingidas e pelo que assistimos todos os anos na TV (mas muitas vezes não prestamos atenção). Portanto, viver é tomar partido, e enquanto os bons se negam a isso, os maus ocupam os espaços que permitimos e nos recusamos a ocupar.

Obs: o texto do Dr Túlio Gustavo estará disponível na página do UBUNTU VIAMÃO.

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