Domingo, 22 de OUTUBRO de 2017

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duplicação da 118

Ações de reintegração de posse liberaram áreas para obras de duplicação da RS-118 entre a estrada Itacolomi e o Morro do Coco, em Gravataí

Definida empresa para duplicar 10 quilômetros

por Silvestre Silva Santos | Publicada em 25/09/2017 às 11h53| Atualizada em 27/09/2017 às 16h03

Informação quentinha de agora de manhã. A Sultepa, fundado em março de 1956 e que tem sua sede central em Porto Alegre, foi a construtora escolhida em licitação do governo gaúcho para fazer a duplicação da RS-118 entre os quilômetros 11 e 21,5, ou seja, das imediações do cruzamento com a avenida Marechal Rondon até próximo do viaduto da Freeway, em Gravataí.

A empresa foi a única que manteve o interesse na realização da obra e orçou o trabalho de duplicação, e revitalização da pista velha da 118 no mesmo trecho de 10 quilômetros, em R$ 47,2 milhões. O prazo para as obras – duplicação e restauração – é de um ano a contar ´da assinatura do contrato.

A Sultepa é a empresa que detém os maiores contratos para obras ao longo da RS-118, no trabalho de duplicação entre Sapucaia do Sul e Gravataí. Os funcionários da construtora já vêm fazendo as obras de duplicação e melhorias da estrada velha entre os quilômetros cinco e 11.

A assinatura do contrato não tem data mas, segundo informações na secretaria estadual dos transportes, deve acontecer nos próximos dias para aproveitar os trechos desobstruídos na lateral da estrada com as ações de reintegração de posse recentemente realizadas, em duas etapas.

A primeira entre a Estrada Itacolomi e o quilômetro 18, e a segunda, há cerca de duas semanas, entre o quilômetro 18 – imediações do cruzamento com a avenida Brasil até o quilômetro 20, que fica próximo do hipermercado Atacadão, em direção ao trevo com a RS-030 e a Freeway.

No começo

A Secretaria Estadual dos Transportes deve começar em breve o processo licitatório para duplicação e restauração da RS-118 em seu trecho inicial, do quilômetro zero – entroncamento com a BR-448 (Rodovia do Parque) – ao quilômetro cinco, considerado o mais difícil por cruzar uma área urbana densamente povoada em ambas as laterais.

A obra de duplicação dos 21,5 quilômetros da RS-118 teve no meio do ano de 2006, em julho, e foram suspensas por falta de verbas em novembro de 2014, sendo reiniciadas neste ano.  Até julho de 2017 o governo gaúcho já havia destinado R$ 11 milhões às obras, recursos próprios.

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