Domingo, 17 de DEZEMBRO de 2017

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tudão do Diário

AUMENTO PARA O GOVERNO - Quem votou em que - e porquê

por Rodrigo Becker | Publicada em 17/05/2017 às 15h17| Atualizada em 23/05/2017 às 23h02

Foram 11 votos a 8, com uma ausência - e o presidente Xandão Gomes, que não vota. Confira como votou cada vereador e como eles se explicam nas redes sociais

 

Nesta terça, dia 16, a Câmara aprovou um aumento para o primeiro escalão do governo da ordem de 24,89%. Muitos vereadores, inclusive parte da base aliada paço, foram pegos de surpresa com a medida, que só foi protocolada na Câmara às 18h21 da tarde, com a sessão já em andamento.

A estratégia para votar o aumento partiu do próprio gabinete. Russinho Elias, o vice, foi chamado para ajudar na articulação política com a Câmara com a saída, na segunda, do até então chefe de gabinete do prefeito, Rafael Bortoletti.

Russinho, no entanto, não sabia do mensagem retificativa que determinou no seu próprio salário, inclusive.

Parte da base aliada também não.

Alguns tentaram adiar a votação até quinta-feira mas, diante da possibilidade de esticar o desgaste, o paço disse 'não'.

 

Todos sigam o líder

 

O novo líder do governo, André Gutierres (PP), foi o encarregado de defender o projeto no plenário. Na função desde segunda-feira, era o seu debut como representante do paço na Câmara. E que fogueira.

Na tribuna, André classificou como 'hipocrisia' a atitude da Oposição contrária ao aumento.

Já o prefeito André Pacheco, em entrevista à RBS TV, disse que Viamão está investindo em todas as áreas, pagando salários e fornecedores em dia e que, mesmo com o aumento, o salário do prefeito, do vice e dos secretários ainda é o mais baixo da região metropolitana.

Está feito.

A base para o pedido de aumento foi o reajuste dado ao salário básico das diversas categorias do funcionalismo. Mas, na verdade, os servidores não receberam um aumento propriamente dito; receberam uma recomposição sobre o piso, que estava muito defasado. Em alguns casos, só com abono o piso chegava a um salário mínimo - ou R$ 1 mil. Agora, todos os mínimos giram em torno de R$ 1,5 mil.

Ao justificar o pedido e pedir que os vereadores votassem por ele, o prefeito também pediu uma prova de fidelidade. E essa fidelidade explica o voto da maioria.

 

Como votaram os vereadores

 

Dos 21 vereadores em plenário na terça, apenas Xandão Gomes (PRB), o presidente, não votou. Ele só o faz em caso de empate, o que não ocorreu na votação da mensagem retificativa.

Foram a favor do aumento para o prefeito, o vice e os secretários André Gutierres, do PP; Francinei Bonatto, Jessé Sangalli, Belamar Pinheiro e Edi Bagé, do PSDB; Dilamar de Jesus e Sérgio Carvalho, do PSB; Maninho Fauri e Dieguinho Santos, do PSD; Sérgio Ângelo, do PV; Eraldo Roggia, do PTB; e Joãozinho da Saúde, do PMDB.

Nesta quarta-feira pela manhã, nenhum deles havia publicado qualquer posicionamento a respeito do aumento em suas redes sociais.

Votaram contra o aumento: Adão Pretto e Armando Azambuja, do PT; Guto Lopes, do PSol; Rodrigo Pox, do PDT; Nadim Harfouche, do PP; Guguzinho Streit, do PTB; Evandro Rodrigues, do PSDB; Igor Bernardes, do PPS.

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